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Impressões do mundo que vou conhecendo...
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Universidade de ÉvoraMuitas famílias nobres, como os Vimioso, os Cordovil, os Gama, Cadaval e outras, instalaram-se na cidade e aí ergueram palácios. D. Manuel I concedeu-lhe novo foral em 1501 e mandou construír os Paços Reais em Évora, numa mistura entre os estilos mudéjar, manuelino e renascentista. D. João III mandou erguer a Igreja da Graça, um belíssimo templo estilo renascentista, onde planeava ser sepultado.
Mandou ainda este monarca construír o Aqueduto da Água de Prata, que teve como arquitecto Francisco de Arruda. Em Évora tiveram residência o poeta Garcia de Resende, os pintores Frei Carlos, Francisco Henriques e Gregório Lopes, o escultor Nicolau de Chanterene e vários eruditos e pensadores, de entre os quais se destacam Francisco de Holanda e André de Resende. Em 1540 foi a Diocese de Évora elevada à categoria de Arquidiocese, sendo 1º. Arcebispo o Cardeal Infante D. Henrique, que fundou a Universidade de Évora - afecta à Companhia de Jesus -, no ano de 1550. A extinção desta Universidade em 1759 afectou gravemente a cidade, mas a expulsão dos Jesuítas foi decretada pelo Marquês de Pombal e nada havia a fazer.Veio a ser restaurada cerca de 200 anos depois.
Nos séculos XVII e XVIII houve a construção de importantes edifícios, construídos de raiz ou reformados em estilo maneirista ("chão"). Entre o vasto património citadino, uma referência especial para a capela-mor barroca da Sé, obra do arquitecto Ludovice, e os altares e painéis de azulejo que cobrem as paredes interiores das igrejas e da universidade.
O Templo romano de Diana é um dos mais importantes monumentos de origem romana existentes em Portugal. Está situado no ponto mais alto de Évora e foi parte do forum romano. Julga-se que tenha sido construído por volta do século I para homenagear o Imperador Augusto, sendo erradamente chamado de Templo de Diana.
A Igreja de São Francisco, construída no reinado de D. João II mas apenas terminada no de D. Manuel I, tem uma arquitectura que mistura os estilos gótico, mudéjar e manuelino. Constituída por uma nave única, com uma imensa abóbada de pedra, é uma obra-prima da arquitectura gótica portuguesa. No seu interior há a salientar a Capela dos Ossos, mandada construír no século XVIII. É inteiramente forrada com ossos humanos e conhecida pela famosa frase ostentada sobre o portal de entrada: "NÓS OSSOS QUE AQUI ESTAMOS PELOS VOSSOS ESPERAMOS".
Do Palácio de D. Manuel I, o paço construído na cidade no início do século XVI, apenas sobreviveu a chamada Galeria das Damas, onde vemos misturadas influências gótico-mudéjar, manuelino e renascentista.
O Convento dos Loios tem na igreja e claustro belíssimos exemplos dos estilos gótico-mudéjar e manuelino em Évora. O convento está, na actualidade, transformado em pousada.
Gastronómicamente, Évora é uma zona riquíssima, salientando-se iguarias como a "Sopa de toucinho", "Sopa de Cação", as sopas de beldroegas e de tomate, o "Ensopado de borreguinho" ou de "borrego", a "Cabeça de Xara", os "Pézinhos de porco de coentrada", as "Empadas de galinha", a "Perdiz à Montemor", a lebre e outros pratos de caça, as açordas, as migas, os sarapatéis, os enchidos, as cacholeiras, os presuntos barrados a azeite, a açorda à Alentejana, o gaspacho à Alentejana e a sangalheta.
Na doçaria há a realçar a encharcada do Convento de Santa Clara, os pastéis de toucinho, as trouxas de ovos, a cernelha, o bolo de mel, o porquinho de chocolate, as tibornas, o pão de rala, o pão de ló, as queijadas de requeijão, os queijinhos do céu, as granadas, as queijadas de Évora, o toucinho da Madre Abadessa, as filhós enroladas.
Também há que salientar os belíssimos queijos curados, fabricados com leite de ovelha misturado com o de cabra. Não se pode deixar de provar o Licor de Poejo.
ñas.
Para aqueles que gostam da vida nocturna, sabemos que Madrid é a capital nocturna de Espanha, mas não podemos desejar mais do que se pode encontrar em Salamanca, pois nela encontramos discotecas, clubes de jazz e outras variedades musicais... e não é nada caro, podendo passar uma noite em grande por pouco dinheiro.
Já agora... não esqueça que no centro da Plaza Mayor poderá admirar a magnífica estátua de Honoré de Balzac, da autoria do famoso Rodin.
...como o será fazer viagens fantásticas... mesmo à Terra do Pai Natal, lá na longínqua Lapónia, onde vivem as renas mágicas ou os gnomos ajudantes do bom velhinho das barbas brancas !
Há a convicção de que Andorra, Suíça, Áustria, França e aí por diante são únicos quando se trata de encontrar uma pista capaz de nos deixar ir ao encontro do sonho deslizando na neve, a fazer fé naquilo que se vai ouvindo aos amantes dos desportos de Inverno... e é muito acertado que se pense em grande no que respeita à neve, porque os mantos que costumam cobrir as nossas serras são p0r demais insignificantes nessa matéria. Não chegam para que se possa fazer uma competição, por mais simples que esta seja!
Bem... não quero dizer que não haja momentos em que pensamos estar nas maravilhosas estâncias de sky de Innsbruck ou Saint Anton, como é o caso este ano, uma vez que parece que o céu resolveu fazer uma surpresa aos portugueses e presenteou o nosso país com uma queda de neve impressionante, que veio dar mais beleza a tudo o que nos rodeia... mas também veio trazer frio que chegue para uma casa de família!
Como postal de Boas Festas natalícias, é sempre bonito mandar aos Amigos uma paisagem nevada que nos diga algo, que possa dizer-lhes quanto é bonito o nosso País em qualquer época do ano, com sol ou com neve! Bom seria que o nosso departamento nacional de Turismo desse a conhecer ao mundo as nossas maravilhas sem ser através de eleições de cariz mais partidarizado que real, pois os nossos visitantes não são trouxas e sabem bem aquilo que é belo e o que é apenas... propaganda.

Pouco se pode dizer sobre a história de Paris anterior à ocupação romana, mas sabe-se que era habitada desde os tempos da pré-história e que o nome deriva da última tribo gaulesa a habitar a região, que eram os Parisii.
As margens do Sena que banham Paris foram classificadas e inscritas na lista do Património Mundial da UNESCO, desde, 1991.
Ao visitar Paris, aprecie-se a arte dos artistas que nos deliciam com as maravilhosas obras pintadas na rua. Em Montmartre, a Place du Tertrê é uma autêntica escola de Belas Artes aberta a todos aqueles que se sintam motivados para a pintura.
Para quem gosta da noite... Paris vai surpreender pela qualidade da oferta que nela se vai encontrar. O Olympia, o Lido, o Moulin Gouge, o Pigalle, La Opera, o Maxim's oferecem todo um mundo de deslumbramento e arte, estando à disposição para a satisfação dos mais exigentes gostos.